Wont you spin me upside down
April 2013
1 post
March 2013
1 post
February 2013
4 posts
January 2013
5 posts
November 2012
2 posts
February 2010
2 posts
Sente saudades do Brasil ou do Japão?
BRASIL é mais curiosidade, saudades mesmo é JAPÃO!
Agora eu fiquei curioso!!! Quem é a pessoa mais legal que vc conhece?!?!? (Sem fugas pela lateral, dessa vez! hahaha)
Como já falei, não tem uma só pessoa. Todo mundo que conheço tem suas qualidades.
January 2010
26 posts
Quando comecei a ouvir Robyn, perdi a vergonha de falar inglês com sotaque. Quem disse que sotaque não é bonito? Adoro o violinos dessa versão
December 2009
53 posts
por DENERVAL FERRARO JR
O que mais te irrita em São Paulo?
A diferença social. Não é uma crítica, mas aqui há pessoas – e não estou fazendo julgamento, nem é culpa delas –, mas existem pessoas ricas o suficiente para aumentar o contraste e fazer a miséria ficar insuportável.
E o que mais te seduz?
A tolerância. Todo paulistano tem um primo gótico, uma sobrinha emo, alguém gay (risos). Reparei isso desde os 17 anos, quando vim para cá e vi que ninguém ficava assustado comigo. Percebo que essa é a natureza do paulistano, ele entende o esquisito.
Por que se assustariam com você?
Ah, eu era punk, só vestia preto. Em 1987, as coisas eram diferentes. A gente tingia roupa, não havia roupa preta (risos). Ser assim em Niterói, um lugar praiano, onde a estética é outra, ficava mais difícil. Aqui, tudo bem.
Qual foi sua primeira impressão daqui?
Vi a Rua Augusta, fui ao Madame Satã, ao Rose Bom Bom e entendi tudo, vi que meu lugar no mundo era São Paulo. Tentei me mudar algumas vezes, mas só vim de vez aos 24 anos, já casada. Tenho filhos paulistanos e ritmo de vida totalmente paulistano, que é ser recolhida, viver discretamente, não sair do próprio bairro. São Paulo te permite fazer muitas coisas de cidade pequena.
Você tem quatro filhos. Aonde é bacana levar criança na cidade?
Tem uma coisa meio chocante: eu frequento clube (risos). As tentativas de ir a parques, como o Ibirapuera, é mito urbano. Vou correr lá todo fim de semana, mas minhas filhas não vão. Se um parque não for perto, ele se torna dispensável na vida de uma criança.
Shopping é praia de paulistano?
Adoro shopping! Fui contra quando fizeram o “Xô, shopping” na época da construção do Pátio Higienópolis. O shopping resume muitas necessidades num só espaço, alimentação, cinema, teatro, compra. É uma boa hipótese de dar uma caminhada e resolver muita coisa. Só não devia ser a única.
Onde encontra “comida afetiva”?
No La Paillote, no Ipiranga. Tem um camarão que é o melhor do mundo. Foi o Washington Olivetto que nos levou lá, assim que chegamos a São Paulo. E gosto muito do Ritz Franca, que conheci na primeira visita à cidade.
Do que sente saudade fora daqui?
Dos meus professores de ginástica (risos). Um de pilates e um de musculação. Sou fascinada. Eles tentam organizar meu caos.
Como você relaxa em São Paulo?
Adoro o litoral norte, a Praia da Baleia, qualquer pousada dos arredores. Amanhã estou indo para a Barra do Sahy, que é o melhor lugar do mundo para se correr. As praias paulistas são mais adequadas à minha vibe. Não fico tostando no sol nem fazendo frege.
Algo que ninguém sabe sobre você?
Sou viciada em remédio de nariz. Eu o chamo de Julinho. Se entupir meu nariz, eu fico burra, eu falo “nós vai” e “nós vem”. E durmo com o Julinho na mão. Se abro a mão, acordo.
SP tem cheiro de quê?
Perfume! Adoro, tenho uns 40 frascos.
E tem gosto de quê?
De sushi. E tomara que isso não seja mal compreendido (risos).
fonte: Época São Paulo
Geralmente não escrevo minhas baboseiras no tumblr ( para isso tenho o liquidificador ) mas de uns tempos pra cá estou tentando adotar o tumblr como blog oficial ( com ótimos resultados ) .
Dizem que a melhor coisas a se fazer quando se está entediado é desabafar - no meu caso escrever - e cá estou. Demorou qse 1 ano para eu me adaptar nesse país e quando estou praticamente adaptado, começo a me cansar. Não de Newtown - não tem como se cansar do bairro onde moro - mas de Sydney. Não existem mais novos lugares pra se conhecer e tudo parece ser tão longe. Vou planejar uma viagem pra Nova Zelândia e quem sabe Fiji e fechar a Austrália experiência com Bali. Daí, voltar pra terra do sol nascente, das ruas limpas, do povo educado, do bom atendimento, dos asiáticos mais cutes, do eficiente sistema de transportes, da segurança nas ruas, das estações super bem definidas, das cerejeiras, dos templos, das bicicletas, da tecnologia. Porra, como tudo isso faz uma falta do caralho.
Mas acho que oque mais sinto falta é da minha vida de solteiro - mesmo apesar de ter a liberdade pra fazer oque bem entender. E continuo me perguntando porque todo esse respeito pelo Japão? Depois de alguns minutos pensando, veio a resposta. O Japão me proporcionou algo que eu sonhava a muito tempo, minha independência. Enqto a maioria dos meus amigos planejavam ir a faculdade e continuar dependentes dos pais. Eu escolhi o adiar uma formação acadêmica e me tornar independente. Sem nenhum arrependimento, hoje posso dizer que faria tudo de novo. Mas de que adiantu todo aquele sacrifício de anos atrás se hoje me encontro num qse completo estágio de dependência de novo. Não sei, mas esperiência após experiência a única conclusão que estou tirando é que não sou de relacionamentos. Namoro??? Acho que minha vocação é ser puta, mesmo não sendo.